sábado, novembro 20, 2010

Faço-te saber que [you've got a friend in me]


You've got a friend in me / You've got a friend in me / When the road looks rough ahead / And you're miles and miles / From your nice warm bed / Just remember what your old pal said / Boy, you've got a friend in me / You've got a friend in me / You've got a friend in me / You've got a friend in me / You've got troubles, well I've got 'em too / There isn't anything I wouldn't do for you / We stick together and we see it through / You've got a friend in me / You've got a friend in me  / Some other folks might be / A little bit smarter than I am / Bigger and stronger too / Maybe / But none of them will ever love you the way I do / It's me and you / And as the years go by / Boys, our friendship will never die / You're gonna see / It's our destiny / You've got a friend in me / You've got a friend in me / You've got a friend in me.

quinta-feira, novembro 11, 2010

São os loucos de Lisboa... [Sr. do Adeus]

 

 ...que nos fazem duvidar. A terra gira ao ao contrário. E os rios nascem no mar.

- - -
O homem conhecido como o “senhor do adeus”, que acenava diariamente aos habitantes de Lisboa, morreu esta quarta-feira, aos 80 anos.

João Manuel Serra ficou conhecido dos lisboetas por ao final da tarde andar na zona do Restelo e à noite passear pelo Saldanha, locais onde se dedicava a acenar aos carros que passavam.

O que começou por ser uma excentricidade, acabou por entrar na rotina dos lisboetas e muitos já lhe acenavam e buzinavam quando por ele passavam, de carro.

Em entrevista, João Serra revelou que acenava aos carros que passavam por acreditar que assim daria um dia feliz aos outros, mas também como forma de preservar a sua sanidade mental.

O senhor do adeus era, diz quem o conheceu, um homem com «uma educação acima da média» e também um apaixonado por cinema. Todos os domingos, de há sete anos para cá, João Serra ia ao cinema com dois amigos e opinava, depois, sobre os filmes que viu na internet.

Terá sido, aliás, através do blog Senhor do Adeus, que se tornou pública a notícia da morte. O último filme que João Manuel Serra viu foi «A Rede Social», sobre o Facebook, onde, mesmo sem saber, já tinha uma página de fãs.

Depois de falar do filme, João Serra despediu-se dos leitores de forma diferente do habitual: «Boa noite para todos e até à próxima... e ainda é cedo, mas desejo um feliz Natal a todos e estejam todos muito felizes».


quarta-feira, novembro 03, 2010

I love seeing old couples | it makes me realize that actually someone can love you forever


 "Toos (84) and Arie (85)"
Marrie Bot
Timeless Love, 2004

[achei-a linda de morrer e não resisti a partilhá-la.]



quarta-feira, outubro 27, 2010

terça-feira, outubro 26, 2010

I love you | I just called to say


Há um lugar que se chama Amor.

sábado, outubro 02, 2010

AMOR | 2 Outubro 2010

AMOR

Ouve. Há dias em que questiono os gestos mais simples. Respirar, o que é? Nesses dias, as metáforas fazem mais sentido do que beber um copo de água. O que é um copo de água? Um copo é feito de vidro e eu não sei de onde vem o vidro, transparente e frágil, duro, excepto perante o chão, excepto perante uma pedra. Alguém lhe deu a forma de copo, esse conhecimento foi ensinado através de gerações, há estranheza em tudo isso: nesse alguém desconhecido, nessa distância. Depois, há a água, essa substância que chove, oposta ao fogo, que atravessa organismos provisórios. Há o próprio acto de beber, que é uma necessidade fisiológica. Em dias, como hoje, tudo isso é absurdo, falta-lhe sentido, e as metáforas têm muito mais lógica, crescem do ar, ateiam-se num mundo invisível. Se procuro razões, acredito que somos mais importantes do que a nossa pele. Somos mais importantes do que os nossos pulmões.

Os nossos cabelos ficam mortos na almofada, há vassouras a varrê-los no soalho. Para nomear aquilo que comunica entre nós, precisamos de metáforas. Sei que entendes o meu inverno, vejo-o no reflexo dos teus olhos e, no entanto, não são os teus olhos que vejo. Falo dos teus olhos apenas porque esta é a linguagem da nossa condição, da nossa espécie, mas aquilo que temos para dizer e nos une é muito maior e mais importante do que a nossa condição ou do que a nossa espécie.

Por exemplo, damos a mãos. O que importa realmente não são as nossas mãos, feitas de ossos que aprendemos nas aulas de biologia, mas sim uma âncora de oceano. Quando damos as mãos, somos um barco feito de oceano, a agitar-se sobre as ondas, mas ancorado ao oceano pelo próprio oceano. Pode estar toda a espécie de tempo, o céu pode estar limpo, verão e vozes de crianças, o céu pode segurar nuvens e chumbo, nevoeiro ou madrugada, pode ser de noite, mas, sempre que damos as mãos, transformamo-nos na mesma matéria do mundo. Se preferires uma imagem da terra, somos árvores velhas, os ramos a crescerem muito lentamente, a madeira viva, a seiva. Para as árvores, a terra faz todo o sentido. De certeza que as árvores acreditam que são feitas de terra.

Por isto e por mais do que isto, tu estás aí e eu, aqui, também estou aí. Existimos no mesmo sítio sem esforço. Aquilo que somos mistura-se. Os nossos corpos só podem ser vistos pelos nossos olhos. Os outros olham para os nossos corpos com a mesma falta de verdade com que os espelhos nos reflectem. Tu és aquilo que sei sobre a ternura. Tu és tudo aquilo que sei. Mesmo quando não estavas lá, mesmo quando eu não estava lá, aprendíamos o suficiente para o instante em que nos encontrámos.

Aquilo que existe dentro de mim e dentro de ti, existe também à nossa volta quando estamos juntos. E agora estamos sempre juntos. O meu rosto e o teu rosto, fotografados imperfeitamente, são moldados pelas noites metafóricas e pelas manhãs metafóricas. Talvez outras pessoas chamem entendimento a essa certeza, mas eu e tu não sabemos se existem outras pessoas no mundo. Eu e tu declarámos o fim de todas as fronteiras e inseparámo-nos. Agora, somos uma única rocha, uma única montanha, somos uma gota que cai eternamente do céu, somos um fruto, somos uma casa, um mundo completo. Existem guerras dentro do nosso corpo, existem séculos e dinastias, existe toda uma história que pode ser contada sob múltiplas perspectivas, analisada e narrada em volumes de bibliotecas infinitas.

Existem expedições arqueológicas dentro do nosso corpo, procuram e encontram restos de civilizações antigas, pirâmides de faraós, cidades inteiras cobertas pela lava de vulcões extintos. Existem aviões que levantam voo e aterram nos aeroportos interiores do nosso corpo, populações que emigram, êxodos de multidões famintas. E existem momentos despercebidos, uma criança que nasce, um velho que morre. Dentro de nós, existe tudo aquilo que existe em simultâneo em todas as partes.

Questiono os gestos mais simples, escrever este texto, tentar dizer aquilo que foge às palavras e que, no entanto, precisa delas para existir com a forma de palavras. Mas eu questiono, pergunto-me, será que são necessárias as palavras? Eu sei que entendes o que não sei dizer. Repito: eu sei que entendes o que não sei dizer. Essa certeza é feita de vento. Eu e tu somos esse vento. Não apenas um pedaço do vento dentro do vento, somos o vento todo.


Escuta,

ouve.

Amor.

Amor.

sábado, julho 17, 2010

Passei só para dizer que...

O Amor / é uma coisa muito boa / que bate numa pessoa / sem se saber bem porquê / É estranho / às vezes fica meio escondido / outras é doido varrido / sem se saber bem porquê / Então, o mundo fica mais bonito / a cada um seu favorito / e eu pertinho de ti / Paixão / é uma coisa assim bem forte / que nos faz perder o norte / sem se saber bem porquê / É estranho / tudo perde o seu sentido / vira fruto proibido / sem se saber bem porquê / e então, o mundo fica mais ansioso / a cada um seu amoroso / e eu pertinho de ti.

segunda-feira, junho 14, 2010

[outra vez] "le temps des cerises"

No ano passado foi assim. Este fim-de-semana, apesar de não haver registo fotográfico, foi igual parecido. 
Que os melros, esses malandros, que "estragam mais do que comem (é que se ao menos comessem...)", já me levavam duas semanas de avanço e arriscava-me a não as provar.
Queira Deus que possa ser assim por muitos anos. Queira Deus que, quando deixar de ser [exactamente] assim, a cerejeira ao pé do cabanal se mantenha igual e que eu possa subir sempre até onde as vertigens deixam, sentar-me na quarta trave do cabanal velho, em dias de coração azedo, para ir depenicando as pequenas mas doces cerejas como o coração. Enquanto apanhares framboesas para a joeira e nessa distância nascer o silêncio lá de cima hei-de perguntar sempre "Oh 'vô... que horas são?", porque o malandro do combóio não espera por mim e eu não quero ter o coração triste ao pé de ti estar em silêncio contigo.

quinta-feira, junho 10, 2010

2' 15''


Constance Petersen: I think the greatest harm done the human race has been done by the poets!
Anthony Edwardes: Oh, poets are dull boys, most of them, but not especially fiendish.
Constance Petersen: They keep filling people's heads with delusions about love... writing about it as if it were a symphony orchestra or a flight of angels.
Anthony Edwardes: Which is isn't, eh?
Constance Petersen: Of course not. People fall in love, as they put it, because they respond to a certain hair coloring or vocal tones or mannerisms that remind them of their parents.
Anthony Edwardes: Or... or... sometimes for no reason at all.
Constance Petersen: That's not the point. The point is that people read about love as one thing and experience it as another. Well, they expect kisses to be like lyrical poems and embraces to be like Shakespearean dramas.
Anthony Edwardes: And when they find out differently, then they get sick and have to be analyzed, eh?
Constance Petersen: Yes, very often.
Anthony Edwardes: Professor, you're suffering from "mogo on the gogo"
Constance Petersen: I beg your pardon!

quarta-feira, junho 02, 2010

[do meu estado] nostalgia

Volta e meia estou no baú para me lembrar do que me fe(a)z... feliz...


Caminho Primitivo... alguém alinha? Primeira quinzena de Setembro (negociável)...
* =) *

terça-feira, maio 25, 2010

[oh no] it's raining again


...it's raining again / Oh, will my heart ever mend. / You're old enough some people say / To read the signs and walk away. / It's only time that heals the pain / And makes the sun come out again. / It's raining again (...) Oh no, it's raining again / Too bad I'm losing a friend...
It's raining again - Supertramp

segunda-feira, maio 24, 2010

[do meu estado] color esperanza

Foram precisos muitos quilómetros, ir e estar lá, para perceber o verdadeiro sentido do já tão gasto testemunho "recebe-se muito mais do que aquilo que se dá". 
Hoje posso dizer que é verdade e que estas palavras também já se gastam comigo.
Numa altura em que se apela tanto à esperança paciente das pessoas em geral e dos que são obrigados a suportar o tantas vezes insuportável em particular, sublinho estas palavras daqui:

Esta palavra esperança, com maiúscula ou sem ela, o melhor é riscá-la do nosso vocabulário. Só os exilados e os desterrados que se conformaram com o desterro e o exílio a devem usar, à falta de melhor. Dá-lhes consolo e alívio. Os não conformados têm outra palavra mais enérgica: vontade.
Eu não sabia o que era a Esperança. Não sabia porque não a tinha experimentado ainda. Sabia o que era desejar muito, querer muito, torcer muito. Sabia erguer as mãos juntas. Sabia o que era a Fé e sabia acreditar independentemente de tudo quando isso me era possível. Mas Esperança é uma coisa diferente. Esperança é uma cor. Não é bem uma cor. Esperança é a tonalidade da cor. É o que faz a diferença no quadro! E isto aprendi-o lá, na saudosa Lwena: que a Esperança nasce numa sala, à luz de um gerador, que já noite caída se acende para os ensaios da coreografia para a festa de D. Bosco. E que a Esperança é uma música. E uma dança, uma coreografia ensaiada ao fim da tarde com risos e sorrisos que por se ouvirem largos da felicidade enquanto se deambula pelas ruas da pacífica Lwena convidam a entrar para se demorar neles. Que Esperança é a certeza de se pertencer a algum sitio, a alguma coisa, a Alguém. E são jovens de Lwena como eu de Ílhavo, com quem se está de igual para igual e Esperança está no gesto de oferecer uma gasosa, voltar a calçar o chinelo para cada um regressar à miséria que é cada casa - e quantas vezes me foi dificil encaixar que aqueles jovens inteligentes, empenhados, divertidos iam voltar às casas por onde eu tinha andado durante o dia, para jantarem funge se houvesse funge, e dormirem num dos cantos da casa de adobe mas onde, veja-se lá, mora a Esperança! 

De que cor é a tua Esperança?



Sé que hay en tus ojos con solo mirar / que estas cansado de andar y de andar / y caminar girando siempre en un lugar / Sé que las ventanas se pueden abrir / cambiar el aire depende de ti / te ayudara vale la pena una vez más / Saber que se puede querer que se pueda / quitarse los miedos sacarlos afuera / pintarse la cara color esperanza / tentar al futuro con el corazón / Es mejor perderse que nunca embarcar / mejor tentarse a dejar de intentar / aunque ya ves que no es tan fácil empezar / Sé que lo imposible se puede lograr / que la tristeza algún día se irá / y así será la vida cambia y cambiará / Sentirás que el alma vuela / por cantar una vez más / Vale más poder brillar /Que solo buscar ver el sol / Sé que lo imposible se puede lograr / que la tristeza algún día se irá / y así será la vida cambia y cambiará / Sentirás que el alma vuela / por cantar una vez más / Vale más poder brillar / Que solo buscar ver el sol

quarta-feira, maio 05, 2010

"(...) e estai sempre prontos a responder (...) a todo aquele que vos perguntar a razão da vossa esperança" 1 Ped 3, 15

Fátima Jovem 2010. Não há fotos, não há textos mas precisava tanto que poderia escrever isto outra vez.

Na terça-feira dei por acaso com a Aura Miguel a apresentar "As razões de Bento XVI" na Fnac do Colombo. Sentei-me e ouvi para me convencer a dar os 9,90€ que o livro custa. E se habitualmente me chateia dar muito dinheiro por livros fininhos (o meu inconsciente estabeleceu uma relação um bocado forçada entre a espessura de um livro e o preço a pagar por ele) desta vez foi diferente. Veio a calhar, não desinteressadamente, de certeza, mas veio a calhar.
A propósito da vinda do Santo Padre a este belo jardim à beira-mar plantado também eu me sinto na obrigação barra necessidade de esclarecer e iluminar as ideias e opiniões a ver se não vou nos rebanhos. E o piqueno livro é isso mesmo. Um resuminho (inho, inho...) do pontificado de Bento XVI salteado aqui e ali com um ou outro episódio, digamos que mais descontraído, que aproxima quem quer da pessoa por detrás do Papa.
Isto tudo para dizer que enquanto esperava numa fila vi um rapaz dos seus 18 anos, risonho, bem parecido, descontraído, e do tipo que eu noutra circunstância que não aquela consideraria tipicamente lisboeta, que é o mesmo que dizer com-a-mania-a-parecer-roçar-o-extremamente-mimado (perdão pela sinceridade) a aproximar-se do padre Edgar Clara, porta-voz do Patriarcado de Lisboa e membro da Comissão para a Comunicação da visita do Papa Bento XVI a Portugal, que moderava a apresentação do livro: "Padre Edgar, preciso de lhe dizer duas coisas!" dizia o rapaz, "Então?" disse o padre. "Primeiro, quero confessar-me...".
 A segunda coisa eu já não ouvi não porque não conseguisse mas porque aquele "quero confessar-me" ficou a ressoar por um bom tempo na minha cabeça. E muito mais não digo.

Não consigo não ter esperança no Mundo e nos Homens e não consigo deixar de responder a todo aquele que me pergunta a razão dessa esperança, como pedia São Pedro, o primeiro Papa.

segunda-feira, abril 12, 2010

Não sei o que cantavam mas embala(m)-me tantas vezes.

K’ono kwatota, omanu valuka [sei que] secou a nascente do rio e as pessoas mudam de lugar.

[Em Angola] "...há uma relação de causa e efeito entre a existência de um rio e a constituição de aglomerados populacionais nas suas proximidades. A água é indispensável para a sedentarização dos homens e quando a fonte seca, parte-se à procura de outro lugar."

... de que Água é a tua sede?

sábado, abril 03, 2010

Onde quer que estejas...

04 -04-09 estava muito sol e tínhamos ido à Feira de Março.

... continuas a ser o meu único afilhado. O maior detentor de "porquês" que conheci até hoje.

Alguns hão-de ter ficado sem resposta. Gosto de pensar que nos encontraremos por aí mesmo que nessa altura já sejas demasiado crescido para xi-corações à madrinha.
Até que esse dia chegue farei o que de melhor uma madrinha pode fazer à distância à qual não conhece medida: rezar por Ti.
Páscoa Feliz, N.
Um beijinho da Madrinha.
=)

terça-feira, março 30, 2010

[Tão] Simples são as coisas.

De vez em quando preciso que me chames atenção / Diviso passos avesso à emoção / Tu sabes preciso desse teu abraço / É que o dia hoje esteve contra mim / Por ser assim pedaço de papel deitado fora num jardim / Tu sabes as palavras vão fugindo daqui / Há fantasmas dentro de mim / A desmembrarem-me assim / Mas qual a inquietação / Qual versão do meu devir / Se dou o melhor de mim / Dias melhores hão-de vir / E se houver um tudo-nada que faça fugir / Há sempre uma estrada a cumprir / E se houver voos de inverno o perigo / Se houver inferno se for preciso / Tu vais lá estar / Incita-me olhares que façam sorrir / Inventa-me um céu onde possam surgir / Dias de sol mais de ti / Nas coisas simples, nas simples coisas / Como acreditar, levantar e caminhar de pé / Mas à distância do chão caminhar de pé / Sabes tu tens razão um abraço é alento uma maré.

5/1 - Simples são as coisas *

Melhor letra - FÉstival 2010

* Sou uma irmão orgulhosa em letras pequenas para não os estragar mas de elogios merecidos...

Quem ouviu quer mais!

sábado, março 27, 2010

[moving] tiempos de pequeños movimientos

... movimientos en reacción. Una gota junto a otra hace oleajes, luago, mares... océanos. Nunca una ley fue tan simple y clara: acción, reacción, repercusión. Murmullos se unen forman gritos, juntos somos evolución.

Moving, all the people moving, one move for just one dream. We see moving, all the people moving,one move for just one dream.

Escucha la llamada de "Mama Tierra", cuna de la creación. Su palabra es nuestra palabra, su "quejío" nuestra voz. Si en lo pequeño está la fuerza, si hacia lo simple anda la destreza. Volver al origen no es retroceder, quizás sea andar hacia el saber...

quinta-feira, março 18, 2010

[tempo] se cuidas de mim.

Não que isto interesse à maior parte das poucas pessoas que aqui passam mas acabo de ficar de férias por uns 17 dias que me vão saber a céu. É importante? Talvez não.

Mas não sei onde é que acaba a minha felicidade neste momento.

E quero tempo para concretizar músicas.

Como esta.

* * *

quarta-feira, março 17, 2010

"She wants to know if I love her. That’s all anyone wants from anyone else, not love itself but the knowledge that love is there, like new batteries in the flashlight in the emergency kit in the hall closet.”

Jonathan Safran Foer, Extremely Loud and Incredibly Close